Dr. Diego Duque Dr. Diego DuqueMédico · Gestão em saúde · Saúde digital · CRM-DF 35.131

Medicina · Gestão em saúde · Estratégia · Saúde digital

Decisões em saúde precisam caber no sistema real.

Sou médico e estruturo projetos e parcerias em saúde. A análise parte do problema assistencial e segue até as condições que fazem uma solução funcionar, no desenho do cuidado, na capacidade da operação, no papel da tecnologia, nas responsabilidades entre os parceiros e na economia do modelo.

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— Dr. Diego Duque

Médico · CRM-DF 35.131

Médico. A experiência assistencial qualifica a forma como estruturo projetos e parcerias em saúde.

A experiência na prática clínica e na telessaúde é a origem de uma leitura que vem de dentro do sistema, de onde a jornada falha, do que uma decisão de projeto muda para quem atende e do que separa o desenho da execução. Gestão e estratégia ampliam essa leitura para a operação, a tecnologia, as relações entre os parceiros e a economia do modelo. A leitura ficou mais ampla, e o critério continua o mesmo. O cuidado precisa melhorar e a conta precisa fechar ao mesmo tempo. Hoje aplico esse repertório no desenvolvimento de mercado da Galileu Saúde, como Commercial Partner.

Assistência
Experiência em prática clínica e telessaúde
Formação
Medicina UFJF · MBA Executivo em Gestão em Saúde FGV, em curso
Atuação
Commercial Partner · Galileu Saúde · Desenvolvimento de mercado
Galileu Saúde 360Galileu SaúdeAtuação atual em desenvolvimento de mercado e estruturação de oportunidades.

01 · Abordagem

Quatro decisões fecham um projeto.

Um projeto em saúde só vale quando responde a um problema concreto do sistema, seja custo que cresce, acesso que falha ou informação que não circula. Os quatro painéis mostram como leio esse problema, que solução ele pede, com quem ela se constrói e quando ela se sustenta.

  1. 01 · O problema

    O problema não é falta de tecnologia. É a jornada fragmentada.

    Operadoras, autogestões e redes gastam mais a cada ano sem melhorar acesso nem desfecho. O paciente decide sozinho onde entrar, o pronto-socorro vira porta padrão, exames se repetem e ninguém responde pela continuidade. A informação existe, mas não chega a quem decide nem a quem cuida. É esse o problema que uma solução precisa atacar antes de qualquer escolha de tecnologia. Digitalizar a fragmentação só a torna mais cara.

  2. 02 · A solução

    O desenho começa pelo modelo de cuidado, e a tecnologia recebe seu papel depois.

    Defino quem entra, por onde entra, quem responde e o que acontece depois do primeiro contato. Telessaúde, atenção primária, especialista, monitoramento e presencial entram como funções desse desenho, cada um no ponto em que resolve. Quando o modelo está claro, a tecnologia ganha um papel definido, de acesso, de informação, de coordenação ou de escala, e não precisa mais ser a primeira resposta para qualquer problema. É isso que transforma volume assistencial em gestão de população.

  3. 03 · Os parceiros

    Nenhuma solução em saúde opera sozinha.

    Um projeto desses só existe quando operadora, rede assistencial, empresa contratante e plataforma de tecnologia ocupam papéis definidos, quem contrata, quem cuida, quem integra a informação e quem responde pelo resultado. Estruturo essa parceria conciliando o interesse de cada lado, porque a solução mais bem desenhada morre se não tiver quem a sustente na rede.

  4. 04 · A viabilidade

    A solução se sustenta quando o resultado paga o modelo.

    Uma solução só é viável se a economia com uso inadequado da rede, reinternação e exame repetido cobrir o custo de operar a porta de entrada e a coordenação. Coloco esse cálculo na mesa em cenários comparáveis, com população elegível, utilização e remuneração declaradas, e defino os poucos indicadores que mostram se o modelo entrega o que prometeu.

02 · Onde uma solução precisa caber

Uma ideia tecnicamente boa ainda pode falhar.

Em saúde, a solução precisa caber na jornada, na capacidade da operação, na arquitetura de dados, nas responsabilidades entre os parceiros e na lógica econômica. É nessas interfaces que concentro a análise, e é nelas que a maior parte dos projetos ganha ou perde.

  1. Cuidado

    Qual problema assistencial precisa ser resolvido e para qual população?

    Prevalência, gravidade, jornada atual e o que muda para quem é atendido.

  2. Operação

    A rede possui capacidade, fluxo e responsáveis para executar o desenho?

    Agenda, equipe, protocolos e o ponto em que a demanda deixa de caber.

  3. Tecnologia e informação

    Que informação precisa circular, entre quem e em que momento da decisão?

    Registro, interoperabilidade, apoio à decisão e automação onde há volume.

  4. Parcerias e governança

    Quem contrata, quem entrega, quem integra e quem responde por cada parte?

    Papéis, interfaces entre equipes e o que fica combinado antes da assinatura.

  5. Economia e mensuração

    Quais premissas sustentam o modelo e quais indicadores demonstrarão se elas se confirmaram?

    Cenário comparável, remuneração compatível com o desenho e poucos indicadores que respondem à pergunta.

Quando um desses planos fica sem resposta, o projeto costuma falhar depois de assinado. A tecnologia raramente é a causa.

03 · Atuação · Commercial Partner

Galileu Saúde 360Galileu Saúde

Onde esse repertório é aplicado hoje.

Atuo como Commercial Partner da Galileu Saúde, no desenvolvimento de mercado e na estruturação de oportunidades. Analiso a demanda, construo a proposta com as equipes responsáveis por modelo assistencial, operação, tecnologia e condições econômicas, e conduzo a interlocução comercial com a organização.

Leio a demanda da organização à luz do sistema, onde a jornada se perde, o que custa caro e o que a operação já consegue entregar. Daí sai o problema que o projeto vai resolver, e não a tecnologia que alguém quer vender.
resultado demanda modelo operação parceria
Uma parceria se sustenta quando escopo, capacidade de execução e acompanhamento foram acordados antes da assinatura.

04 · Avaliação de resultados

Resultado se mede em três planos: assistência, operação e economia.

Defino os indicadores pelo objetivo do projeto, pela população acompanhada e pelos dados disponíveis, e não pelo que é mais fácil medir.

05 · Artigos e análises

Escrevo sobre decisões em saúde.

Como modelos assistenciais, operação, tecnologia, economia e parcerias se conectam no sistema real, com atenção ao que muda para quem atende e para quem decide.

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06 · Formação

Medicina como base. Gestão como ampliação.

Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora e MBA Executivo em Gestão em Saúde na Fundação Getulio Vargas, em curso.

CRM-DF 35.131Dr. Diego Duque
  1. MBA Executivo em Gestão em SaúdeFundação Getulio Vargas — FGV · Em curso

    Ampliação estruturada do repertório em gestão, análise de processos, modelos assistenciais e decisão em saúde.

  2. Graduação em MedicinaUniversidade Federal de Juiz de Fora — UFJF

    Base da atuação profissional, com participação em atividades acadêmicas, científicas e de extensão.

  3. Ensino Médio — COLUNI

    Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa — UFV.

07 · Contato

Conversas profissionais e institucionais.

Sobre gestão, modelos de cuidado, saúde digital, parcerias e novos projetos em saúde. O canal está aberto para conversas institucionais, projetos, parcerias e networking qualificado, e a primeira conversa começa sempre pelo problema.